quarta-feira, 23 de abril de 2008

A indústria e a produção geográfica do mundo do homem

RESUMO ENVIADO PARA O XV ENCONTRO NACIONAL DE GEÓGRAFOS (Encontro da AGB): http://www.agb.org.br/eventos/?evento=2
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Por Raoni Lucena Souza
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Define-se como indústria qualquer atividade capaz de transformar, conscientemente, matéria prima em produto. Sob esta perspectiva, a indústria surge ainda no início da história do homem com a produção artesanal das primeiras ferramentas. O desenvolvimento de tais ferramentas deu ao homem primitivo a capacidade de se adaptar a diferentes condições ambientais. Esta diversidade nas condições de vida e, conseqüentemente, nas necessidades do ser humano estimulou de maneira recíproca a produção de ferramentas diferenciadas. Deste modo, podemos dizer que o homem se espalhou por todo cato do globo graças ao desenvolvimento industrial.
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Conforme o desenvolvimento das sociedades humanas e o aumento de sua complexidade, o trabalho e, conseqüentemente, a indústria foram se tornando cada vez mais diversificados e complexos. A indústria artesanal esporádica foi sendo substituída pela indústria artesanal contínua; esta, por sua vez, foi dando lugar à indústria manufatureira; e esta, à indústria fabril.
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Até o século XIV, produção industrial era meramente esporádica. O modo de produção feudal, hegemônico até então, baseava-se basicamente na produção agrícola. A produção de bens mais elaborados, a partir da transformação propriamente dita da matéria prima, era rarefeita. Esta, quando não se dava para usufruto próprio, tinha seu destino, distribuição e preço avaliados pelo e em favor do próprio produtor, a exceção de demandas esporádicas, quase ocasionais, como por exemplo, um pedido de um senhor feudal. Ou seja, a indústria não obedecia a uma demanda contínua tampouco a uma lógica de produção.
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A partir deste século, com a crise da relação senhorial e do modo de produção feudal, há uma forte transferência de população do campo à cidade e um grande fortalecimento político e econômico da burguesia, impulsionado, entre outros fatores, pela acumulação de metais preciosos vindos do Novo Mundo e o confisco de terras da Igreja Católica através da Reforma. É a fase que chamamos de acumulação primitiva do capital, marcada pelo processo histórico de separação entre o produtor e os meios de produção.
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Neste período, destaca-se como modo de produção de bens industriais o trabalho domiciliar. Esta forma de trabalho rompe com o modo feudal de produção (servil) uma vez que estabelece uma relação salarial entre produtor e “contratante”, embora não gere ainda a proletarização dos trabalhadores artesãos. Este sistema de trabalho domiciliar funciona da seguinte maneira: o capitalista-mercador fornece ao trabalhador as matérias primas e apropria-se do seu produto em troca de um salário, restando ao produtor apenas o instrumento de produção e seu salário de subsistência. Assim, passa a haver uma demanda constante de bens industriais e, acima de tudo, uma regulação da produção.
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Para que, da acumulação primitiva do capital, se passasse para um modo de acumulação capitalista propriamente dito foi necessária a separação entre os trabalhadores e a propriedade das condições de realização do trabalho. Este processo começa a se efetivar de maneira plena a partir do século XVII, com a concentração dos meios de produção nas mãos dos mercadores a partir da expropriação dos pequenos produtores efetuada pelos mercadores em questão. O modo de produção capitalista insere um novo patamar nas relações de classes. Pela primeira vez, o homem é retirado de sua fonte de vida e lançado na condição de dependente do mercado como uma peça trocável. Há efetivamente a proletarização da massa de trabalhadores.
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A indústria manufatureira – esta sim já caracterizada pelo modo de acumulação capitalista, ou seja, o investimento da mais valia obtida sobre uma massa de trabalhadores-produtores proletarizados, expropriados dos meios de produção – baseia-se na produção em série e na divisão do trabalho para otimização do tempo. A organização capitalista da produção institui uma forma de trabalho (o trabalho operário) marcado fortemente pela sua abstração, o que permite uma maior especialização e diferenciação das tarefas produtivas em relação ao trabalho domiciliar.
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É importante atentar para o fato de que, desde a queda da hegemonia do poder feudal, o lócus do poder político e econômico tem sido a cidade. Esta passou a ser, com a queda do modo de produção feudal, a sede da classe dominante. Porém, durante muito tempo, a produção de bens industriais continuou a cargo do campo, embora esta produção fosse arrendada e orçada a favor do capitalista-mercador sediado na cidade. Então, a cidade desempenha a princípio um papel diferente (inferior) do que desempenha hoje. Ela é o centro do poder político e das trocas comerciais, mas não exerce (a princípio) o papel de produtora – é o capital comercial quem está na base das relações sociais. É preciso, entretanto, deixar claro que, mesmo consumindo os produtos industriais do campo, é a cidade quem exerce a hegemonia, subjugando o campo a uma posição hierarquicamente inferior na divisão do trabalho.
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Um evento de suma importância para o desenvolvimento da indústria foi o deslocamento da produção para a cidade. A partir daí, aparece, então, uma nova classe de produtores urbanos, que por estar na cidade, pode elevar a um novo patamar as forças produtivas (industriais), baseadas nas manufaturas – surge o capital produtivo, que em breve tomará o lugar do capital comercial na base das relações sociais. A cidade dá a esses produtores as condições estruturais de produção, distribuição e comercialização que o campo não é capaz de dar.
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A transformação da cidade em centro de produção (não só de exploração do campo) resulta de uma luta de classes entre exploradores e explorados, no curso da qual ambos os lados se redefinem, redefinindo o conjunto das relações (SIGER, 1978). Aparece, então, uma nova classe de produtores urbanos, que por estar na cidade, pode elevar a um novo patamar as forças produtivas (industriais), baseadas nas manufaturas – surge o capital produtivo, que em breve tomará o lugar do capital comercial na base das relações sociais. A cidade dá a esses produtores as condições estruturais de produção, distribuição e comercialização que o campo não é capaz de dar. E foi este assombroso aumento das forças produtivas, oriundo da urbanização da produção, que deu à indústria as condições necessárias para entrar em seu próximo estágio: a indústria fabril.
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É com a industria fabril ou indústria moderna que ocorre a alteração dos princípios mais primordiais da organização do espaço. Situando rapidamente, a indústria fabril se caracteriza pela introdução das máquinas no processo produtivo, reduzindo de maneira espantosa os custos unitários da produção de um produto (seja ele qual for) ampliando de forma igualmente espantosa a sua capacidade de produção. Ou seja, produz-se muito mais gastando-se muito menos por unidade. A implantação desta forma de indústria tem com marco a Revolução Industrial (século XVIII, Inglaterra).
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Em todas as formas de organização social, sempre há uma forma predominante de indústria acoplada. É assim no modo tribal de organização, foi assim no modo feudal de organização, etc. O que estes modos de organização sócio-espacial têm em comum no que tange sua relação com a indústria é o fato de que, em cada uma destas sociedades, é a sua forma de organização sócio-espacial que define as características de sua produção industrial.
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O que se altera a partir da Revolução Industrial, com a ascensão da indústria fabril ou moderna é que passa a haver uma inversão dos papeis anteriormente estabelecidos. Agora é a indústria fabril, poderosa, hegemônica e oligárquica, que (re)define a seu favor a forma das sociedades se organizarem espacialmente. Este processo de reorganização do espaço conforme as regras e normas da indústria é um processo de tendências globais, tendo em vista que a Revolução Industrial – inicialmente dada na Inglaterra, século XVIII – se generaliza nos séculos seguintes atingindo, de maneira desigual, virtualmente todo o globo.
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ATA DA REUNIÃO DO D.A. (22/04/08)

ATA DA REUNIÃO
DIRETÓRIO ACADÊMICO DO CURSO DE GEOGRAFIA
(22/04/08)

Presentes:
1 - Flávio Almeida - "Militante"
2 - Thiago Soares - "Executivo"
3 - Diogo Henrique - "Tilt"
4 - Ana Maria
5 – Raoni Lucena

PAUTA
1 – Ônibus para o ENG
2 – Festa Junina Unificada Praia Vermelha
3 – EREGEO-SE
4 – Mercado de Trabalho para geógrafos
5 – Assembléia do DACG
6 – Blog e divulgação dos trabalhos acadêmicos


1) Ônibus para o ENG
Os estudantes de Geografia encaminharam pedido para ônibus ao Pró-Aluno, por meio do DCE, para viabilizar nossa ida ao Encontro (20 a 26 de julho em SP). Mais informações acessar o site do Encontro: http://www.agb.org.br/eventos/?evento=2
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Alertamos a todos que estão ocorrendo manobras burocráticas para “justificar” a negação do nosso ônibus. A PROAC, com a simpatia da direção majoritária do DCE, vetou o nosso pedido, alegando que já teríamos viajado com recursos do Pró-Aluno 2008, o que é uma mentira. O acerto que garantiu o ônibus para nossa ida ao ENEG foi conseguido no começo do ano de 2007.

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Está marcada uma reunião entre CAs e DAs interessados em transporte para eventos no dia 28, às 14 horas, no Bandejão, a finalidade para esta reunião é fechar uma lista de demandas dos cursos (da qual a Geografia está pré-excluída pela Reitoria). O DACG-UFF encaminhará uma proposta de elaboração de uma lista que englobe as demandas de todos os cursos (incluindo as nossas, e para além da restrição de uma viagem por curso), e mobilização permanente e massiva, tocada pelo DCE prioritariamente, que garanta a aceitação e cumprimento dessa lista por parte da Reitoria. Essa é a única forma de garantir a viagens de todos os DA’s, lutando pela unidade e reivindicação de todos.

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Caso não consigamos aprovar isso com os outros CAs e DAs, defenderemos nossa demanda específica no dia 29, na reunião dos CAs, DAs e DCE com a PROAC para resolver o assunto. Por isso, se faz necessária a presença massiva de todos os estudantes da Geografia, e da UFF.

O D.A.C.G faz um chamado a presença de todos:
- No dia 28/04 no bandejão às 14h;
- E no dia 29 de abril na REItoria!


2) Festa Junina Unificada Praia Vermelha
Recebemos um convite do DAOC (Engenharia Civil) para organizar uma Festa Junina na Praia Vermelha. A reunião será dia 23/04 às 14h no DAOC. Responsável: Thiago Soares

3 – EREGEO-SE
Reunião do DACG com André Ferrari, diretor do Instituto de Geociências sobre estrutura física do Encontro (banheiros, chuveiros, etc). Ana Maria tentará remarcar a reunião para dia 25/04 às 10h.

4) Mercado de trabalho para geógrafos
O DACG produzirá entrevistas com nossos colegas que estão fazendo estágios em diferentes empresas de modo a iniciarmos o debate acerca do mercado de trabalho para geógrafos. (Responsável: Flávio)

Começaremos a divulgar possibilidades de concursos e estágios para licenciatura e bacharelado em geografia. (Responsável: Raoni e Ana Maria)

5) Assembléia do DACG
A Assembléia Geral do DACG foi remarcada para dia 30/04 às 11:30 e 18h. Pauta: 1. Pós-CONEGEO; 2. ENG; 3. ENADE; 4. Finanças do D.A.; 5. Eleições do D.A.; 6. Congresso Estudantil da UFF; 7. Proposta de Nova Regulamentação dos Cursos de Graduação.

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6 – Blog e divulgação dos trabalhos acadêmicos
O objetivo a longo prazo é construirmos uma publicação acadêmica do DACG, isto pode ser, uma revista eletrônica de geografia do D.A.

O primeiro passo nesse sentido será o chamado e divulgação no BLOG dos resumos que os estudantes de geografia da UFF enviaram para o XV ENG. Militante e Raoni já enviaram seus textos para publicação, convidamos os demais colegas a fazerem o mesmo.

Segue endereço do Blog: http://dacguff.blogspot.com/


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Secretário da reunião:

Flávio Almeida Reis "Militante"
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quinta-feira, 6 de março de 2008

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Calendário e atividades da calourada do 1ºsem/08

PRIMEIRA SEMANA

03/o3 Segunda-feira
1. Aula,
2. Apresentação (em forma de mística),
3. Bar;


04/o3 Terça-feira
1. Filme do Milton Santos,
2. (De)bate-papo entre estudantes e/com o prof. Ruy Moreira,
3. Oficina de Camisas,
4. Bar;

05/o3 Quarta-feira
1.(De)bate-papo entre os estudantes sobre a)Reforma Universitária b)REUNI c)Movimento estudantil d)Criminalização do movimento estudantil e movimentos sociais - Calourada Unificada da Frente Nacional de Luta contra a Reforma Universitária,
2. G(eo)incana,
3. Bar;


06/o3 Quinta-feira
1. Atividade com o PET,
2. Geo-trilha;

07/o3 Sexta-feira
1. Atividade do M.A.E.,
2. Choppelada.

P.s.1: Dia 22, na inscrição em disciplinas dos calouros, faremos um "pedido" aos calouros de contribuições para a Choppelada, além de requisitar as camisas;

P.s.2: A Lídice se encarregou de agitar a infra-estrutura para a Oficina de Camisas;

P.s.3: A turma do terceiro falará com um professor sobre a aula de segunda e organizará a G(eo)incana;

P.s.4: O D.A. agitará a presença do prof. Ruy Moreira na atividade de terça-feira, dois documentários sobre o ME para a atividade da quarta, além do manual dos calouros e da edição do Pé-no-mundo especial de calourada, e material para a atividade da quarta.

SEGUNDA SEMANA

11/03 Terça-feira
Reunião do GT de Educação da EREG-SE, tema: Transposição Didática e Ensino de Geografia - horário: as 14 horas.

12/03 Quarta-feira
Evento da AdUFF (incorporado ao calendário da calourada) - horário: 14:00-22:00.


13/03 Quinta-feira
Evento da AdUFF - horário: 14:00-22:00;
Debate do DCE (incorporado ao calendário da calourada) - horário: 14:00.

14/03 Sexta-feira
Geo em Cena: V de Vingança & Debate com Ruy Moreira - horário: 14:00;
Choppada da ografia - horário: 22:00.

P.s.1: O GT de Educação da EREG-SE é uma atividade tendo em vista acumular debates para enriquecer o EREEGEO-SE, que acontecerá na UFF. Cada escola da regional encarregou-se de um tema, e a UFF ficou com o tema Educação;

P.s.2: O que corresponde ao calendária das atividades da AdUFF e do DCE ainda está sujeito a mudanças, que serão comunicadas oportunamente caso aconteçam.


MANUAL DO CALOURO (26/02)
Pedro (aposentado) e André (Wolverini) estão convidando todos que quiserem contribuir com "texto, proposta, sugestão, desenho, etc" para o manual do calouro, se reunirem no dia 26, as 14h, na sala do D.A.

Presentes na reunião que organizou o calendário e as atividades da calourada:
Diogo Henrique (Tilt), Thiago Soares (Executivo), Pedro Toledo (Aposentado), Ana Maria, Lídice Cabral, Yuri Natal, Luana Viannay, Mayã Luísa, Luisa Chuva, Luis Fernando e Raoni de Lucena.

sábado, 1 de dezembro de 2007

SOBRE O ENEG

Abaixo segue o que foi decidido na assembléia dia 14/11
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Foi criada uma comissão, composta por Thiago e Ana Maria, aberta a interessados, responsável pela elaboração do documento pedindo a Reitoria o ônibus da UFF para o transporte de ida e volta dos estudantes para Porto Velho/Rondônia. Também foram tirados os critérios para entrada na lista final deste ônibus. Foram tirados cinco critérios. A participação em cada uma das quatro reuniões marcadas pelo D.A. e o comprovante de vacinação [febre amarela].
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As quatro reuniões serão:
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01/12 – Sábado – 14h: Tema: Energia nuclear, biomassa e hidrelétricas [Ruy Moreira, João (pai da Irene) e Carlos IBAMA]
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05/12 – Quarta – 10h e 18h: Tema: Reforma ambiental e a Amazônia. [Diogo e Ana Maria]
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14/12 – Sexta – 10h e 18h: Tema: Movimento Estudantil de Geografia [D.A.niel, Marola e Charlles]
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20/12 – Quinta – 10h e 18h: Tema: Educação [ADUFF e SINTUFF]
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Também será elaborado um cartaz em A3 pela Aline, com todas essas informações, e será espalhado pelo prédio do Geociências.As justificativas aceitas pela ausência em uma das reuniões serão: doença, emprego [1º dia], concurso público. Qualquer uma só será aceita em forma de declaração, entregues APENAS até o dia 21 de Dezembro, às 15h.
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Caso depois de toda a formatação da lista, ainda existam mais pessoas do que lugares no ônibus, serão adotados dois critérios de desempate: A vacinação e, caso ainda seja necessário, o método do sorteio. [menos para Thiago e Aline, que caso cumpram todos os requisitos estabelecidos pela Assembléia, terão vaga garantida na volta, pois irão antecipadamente para a organização do Encontro]

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DA UFF

EM PAUTA:
CALENDÁRIO
REUNI


DIA 28/11, 18 HORAS NO BANDEJÃO

PARTICIPEM!
A LUTA CONTRA O REUNI NÃO TERMINOU!

Ass: DCE-UFF

domingo, 25 de novembro de 2007

Ata da Assembléia Geral do D.A. 14/11

ATA DA ASSEMBLÉIA-GERAL DOS ESTUDANTES DE GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

No dia catorze de novembro de dois mil e sete, foi realizada às dez horas e às dezoito horas, na sala do Diretório Acadêmico, a Assembléia Geral dos Estudantes do Curso de Geografia da Universidade Federal Fluminense. Estiveram presentes os estudantes: Thiago Soares, Aline Magalhães, Diogo Henrique, Ana Maria Cruz, Amanda Rodrigues, Clarisse Aramian, Raoni Lucena, Gustavo Ramos, Pedro Toledo, Luiz Fernando Nabuco, Gabriel Balardino e Débora Simas.
PAUTA:
1) INFORMES
2) CHOPADA
3) ENEG
4) CONEGEO
5) FINANÇAS
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1) Informes

- Diogo relata que a decisão do Conselho Univesitário do dia sete de novembro, que criava um Grupo de Trabalho plural para discussão de um projeto autônomo, sem interferência governamental, fora dos marcos do REUNI, de reestruturação da Universidade, foi completamente destruída pela Reitoria, que resolveu através do CUV do dia catorze, uma semana depois e mesma data desta Assembléia, indicar os representantes dos três setores [estudantes, professores e técnicos-administrativos] sem levar em consideração a autonomia do Diretório Central dos Estudantes, que tem posicionamento contrário ao desta Reitoria golpista e mascarada. Com essa intransigência apresentada, o DCE se retirou do Conselho Universitário, com a certeza de que o projeto elaborado pelo GT apresentará a opinião de apenas um grupo político na Universidade, sem levar em consideração a opinião de todos os setores, segmentos e posicionamentos dentro da UFF.
- Thiago informa que nos dias 23 e 24 de novembro será realizado o V Encontro Estadual de Professores de Geografia, no ISERJ, que fica na Tijuca, próximo à Pça. da Bandeira. Este encontro será organizado pelas AGB Niterói e AGB Rio.
- Irene informa que haverá uma Audiência Pública no Centro do Rio, levando em consideração a construção da Usina Nuclear Angra 3. Na próxima semana, um cartaz detalhado estará no mural do D.A. para os interessados em participar e se interar. Maiores informações, procurar a Irene.
Gabriel informa sobre a venda da APA de Marica, pelo governo municipal, para uma empresa privada, que destruirá cinqüenta por cento da reserva, afetando todo o ecossistema da região.
Raoni informa que as reuniões da Coordenação de Comunicação do D.A. ocorrerão todas as primeiras segundas de cada mês, e estão abertas para todos aqueles estudantes interessados em contribuir com alguma coisa.

2) Choppada
- Ficou confirmada a Choppada da Geografia para o dia 06/12, às 22h, no Térreo do Instituto de Geociências, no Campus da Praia Vermelha. Foi tirada uma comissão, aberta, que ficará responsável por todos os fatores ligados, como a divulgação, a decoração, a cerveja/gelo, o som, entre outros.

3) ENEG
- Foi criada uma comissão, composta por Thiago e Ana Maria, aberta a interessados, responsável pela elaboração do documento pedindo a Reitoria o ônibus da UFF para o transporte de ida e volta dos estudantes para Porto Velho/Rondônia. Também foram tirados os critérios para entrada na lista final deste ônibus. Foram tirados cinco critérios. A participação em cada uma das quatro reuniões marcadas pelo D.A. e o comprovante de vacinação [febre amarela].
As quatro reuniões serão:

* 01/12 – Sábado – 14h:
Tema: Energia nuclear, biomassa e hidrelétricas [Ruy Moreira, João (pai da Irene) e Carlos IBAMA]
* 05/12 – Quarta – 10h e 18h:
Tema: Reforma ambiental e a Amazônia. [Diogo e Ana Maria]
* 14/12 – Sexta – 10h e 18h:
Tema: Movimento Estudantil de Geografia [D.A.niel, Marola e Charlles]
* 20/12 – Quinta – 10h e 18h:
Tema: Educação [ADUFF e SINTUFF]

Também será elaborado um cartaz em A3 pela Aline, com todas essas informações, e será espalhado pelo prédio do Geociências.

As justificativas aceitas pela ausência em uma das reuniões serão: doença, emprego [1º dia], concurso público. Qualquer uma só será aceita em forma de declaração, entregues APENAS até o dia 21 de Dezembro, às 15h.

Caso depois de toda a formatação da lista, ainda existam mais pessoas do que lugares no ônibus, serão adotados dois critérios de desempate: A vacinação e, caso ainda seja necessário, o método do sorteio. [menos para Thiago e Aline, que caso cumpram todos os requisitos estabelecidos pela Assembléia, terão vaga garantida na volta, pois irão antecipadamente para a organização do Encontro]

Em virtude do avançar do horário, os pontos de CONEGEO e Finanças foram adiados, marcados para uma reunião do D.A. na semana que vem impreterivelmente.

Sem mais assuntos discutidos, eu, Thiago Soares da Silva, lavro esta Ata.
20/11/2007